Archive for the 'outras' Category

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Montagem retirada do Facebook

 

“A frustração deles é que hoje o povo brasileiro é bem mais esclarecido do que era e bem mais maduro do que era. Então, ao deputado Goldman, eu quero dizer que ele não invoque os nazistas, porque eu posso fazer o mesmo para dizer que ele, Bornhausen, o PFL daqui do senador Antônio Carlos Magalhães, que nós derrotamos fragorosamente nas urnas, é que sempre viveram de mentiras e sempre viveram atrás do autoritarismo.

Esses políticos tentaram produzir um clima de instabilidade no Brasil. Portanto, eu rejeito esta afirmação e coincidentemente ele (Goldman) é judeu e eu também. E portanto, o meu partido, o meu governo, nunca adotaria práticas discriminatórias como foram adotadas pelos nazistas”.

Jaques Wagner, em 2006.

Quem te viu e quem te vê!

Voltei e estou armado

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Guerrilheiros etíopes, que resistiram à invasão italiana nos anos 1930.

Estou armado, talvez seja preso por porte ilegal de inteligência, e passe a vida inteira em prisão aberta, pagando uma grande pena e vendo um país ir pro buraco.
Minha pena seria notar a empresária que gasta vários salários mínimos com seu lindo cachorro, mas quando a diarista quer subir 10 reais na faxina, reclama, fala da situação do pais, que se ela não quiser ficar, vai ter fila pra substituir.
Talvez eu tenha que fazer comparação, como pensar que no Egito acharam indícios que pra construir as pirâmides, os construtores ganhavam cerveja como pagamento, o que mudou vendo os trabalhadores lotando os bares depois que chegam do serviço?
Bispa esconde dinheiro dentro da bíblia mas pro fiel cego e louco por alguma salvação tudo passa batido e é explicado, ela é inocente, quem acusa é o diabo.
Carnaval tem como tema a cultura portuguesa, os descendentes de índios se vestem para homenagear o seu algoz.
Vivo correndo esse risco, e me torno testemunha do sofrimento alheio, nada explica a falta de um grupo guerrilheiro que vai para o senado e explode tudo, nada explica a cabeça baixa, a humilhação diária aceita por todos, a espera pela copa do mundo, o novo capítulo da ilusão televisiva.
Sou candidato a escrever o futuro manual prático para libertação, a solução é criar célula terrorista e estudar o porque, mesmo depois de tanto tapa na cara, o povo está risonho e otimista.
Não? Sou radical? Então quando ver o jornal com um P.M. estraçalhando criança na favela, muda de canal e procura algo que fala de ioga e budismo, procura a sua paz espiritual, enquanto o menino continua tentando entender o que fala a professora, não sabendo que no senado aprovam projeto para que ele seja preso ainda no berço.
A solução é todos estudarmos química, aprender a fazer bomba e mostrar o nosso verdadeiro lado homicida?
Talvez não, mas até quando a submissão?

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Do livro Cronista de Um Tempo Ruimde Ferréz.

MST de luto com a morte de militantes na Bahia

308566 A Coordenação Nacional do MST está de luto, com um profundo sentimento de dor e tristeza, com a perda de quatro companheiros do MST da Bahia, que morreram em um acidente de carro na BR-101, sábado à tarde (21).

Antônio de Araújo Filho (o Tonho Araújo, companheiro da Djacira), de 45 anos, Joares Araújo, de 41, Jamille Casa, de 39 e Leonardo morreram na colisão do veículo pálio preto, onde estavam, com um caminhão entre São José da Vitória e Arataca.

Também estava no carro o companheiro Josué, que está hospitalizado em estado grave, em Itabuna.

O carro tinha saído da escola de um assentamento, onde participavam de um curso de agronomia.

O enterro deve acontecer nesta segunda feira, na região de Feira de Santana.
Manifestamos toda a solidariedade e força às famílias e esperamos a recuperação do companheiro hospitalizado.

O nosso papel é continuar essa luta, que carrega a herança de todos os companheiros e companheiras que tombaram na caminhada, que terminará apenas quando derrotarmos o capitalismo e construirmos uma sociedade socialista.

Coordenação Nacional do MST

23 de maio de 2011

I Seminário: Lutas Sociais em Feira de Santana

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Caros (as),

O Laboratório de História e Memória da Esquerda e das Lutas Sociais [LABELU], com o apoio da PROEX/UEFS e do CUCA realizará nos dias 7, 8, e 9 de abril, no teatro do CUCA o I Seminário Lutas Sociais em Feira de Santana.

O Seminário Lutas Sociais em Feira de Santana é um evento realizado para reunir historiadores, memorialistas, estudantes universitários e do ensino médio, movimentos sociais e comunidade feirense no intuito de divulgar pesquisas e buscar/levantar meios para novas produções sobre a cidade. Este Seminário é um dos esforços que se esboçam do Laboratório de História e Memória da Esquerda e Lutas Sociais para satisfazer uma das suas necessidades e da comunidade local no acesso ao conhecimento produzido sobre Feira de Santana.

O Seminário tem como público alvo os estudantes de ensino médio em Feira de Santana e educadores de escolas públicas e movimentos sociais da cidade. O objetivo principal é promover debates que permitam a interação destes com a produção acadêmica e não acadêmica a respeito dos conflitos sociais em Feira de Santana e da história da cidade.

Na certeza de estarmos construindo um caminho certo, com limites de nossas possibilidades, é que oferecemos a toda cidade este seminário.

“A liberdade é como a manhã. Algumas pessoas esperam chegar o sono, mas algumas revelam e a andam a noite para alcançá-los.”

Sub Comandante Marcos. Movimento Zapatista – México.

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Programação do Seminário – Mesas de Debates

Dia 07/04/10

Manhã

Mesa de Abertura [9h]

Mesa 1: Memória e História de Feira de Santana [9:30h]

Dra. Ana Carvalho – Ms. Clóvis Oliveira – Dr. Lucilene Reginaldo

Tarde

Mesa 2: História e Meio Ambiente em Feira de Santana; políticas de intervenção municipal [14h]

Dra. Marjorie Nolasco – Esp. Pedro Paulo Buriti – Dr. Aurea Chateau

Dia 08/04/10

Manhã

Mesa 3: Mundos do Trabalho  [9h]

Ms. Igor Gomes Santos – Ms. José Raimundo – Ms. Tatiana Farias 

Tarde

Mesa 4: Saúde e trabalho em Feira de Santana; questões sobre políticas públicas [14h]

Ms. João Rocha Sobrinho – Prof. Adroaldo – Ms. André Uzeda

Noite

Mesa 5: Poder e política na história local. Memórias e análises [19h]

Adilson Simas – Jhonatas Monteiro

Exposição do artista plástico Guliano Ottaviani

 

Dia 09/04/10

Manhã

Mesa 6: Gênero, poder e lutas sociais na cidade [9h]

Prof. Luiz Alberto – Ms. Eronize Souza – Ms. Kleber Simões

Tarde

Mesa 7: Relações Etnico-Raciais [14h] 

Dr.ª Elizete Silva – Prof. Elane Silva

Atividades culturais de encerramento, com os grupos:

Afoxé Pomba de Malê – Efeito Zumbi – Bando Farrinha de Guerra

OBS.: Todas as Mesas serão realizadas no Tetro do CUCA. Todos os dias no foyer do CUCA, exposição fotográfica de Antônio Magalhães.

[Teoria] A interdependência estrutural das três esferas

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Clique na imagem!

“A tese formaliza a Teoria da Interdependência Estrutural das Três Esferas (política; ideológica; econômica) aplicando seu modelo de análise no estudo do papel da Organização Política Finalista e na projeção de um processo político e social denominado de Radicalização Democrática. A exposição desta Teoria de Médio Alcance divide-se em partes intrínseca e extrínseca, iniciando com articulação das categorias e seguindo com a argumentação lógica. A dimensão ontológica do trabalho se posiciona a partir dos pressupostos ideológico-doutrinários anarquistas. A dimensão teórico-epistemológica se localiza na aproximação do estruturalismo com a centralidade da ciência política, em específico da democracia de tipo social. A dimensão metodológica localiza o trabalho dentro dos estudos de análise estratégica. O trabalho formula uma teoria que instrumente o conceito de construção de Poder Popular. Este criador de uma nova institucionalidade, onde as distintas representações e cortes de interesse e identidade estejam representados em uma base societária distributivista, com plenitude de direitos e garantias individuais e coletivas das liberdades de reunião, expressão, manifestação e organização.”

Outros textos e análises do autor podem ser encontrados no portal Estratégia e Análise

[Teoria] A dominação do imperialismo na Bahia

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“Este ensaio visa contribuir para a compreensão das relações do capital estrangeiro e do Imperialismo na história baiana nas primeiras décadas republicanas. Estudos realizados sobre o período não se ocuparam deste tema. De um modo geral, privilegiaram abordagens que distanciavam os aspectos políticos e sociais dos elementos da vida material, terminando por dar ênfase excessiva a um ou outro aspecto isoladamente. Em verdade, são poucos os estudos que se propuseram a analisar as relações entre esses vários fatores e, ainda menos, os que consideraram o Imperialismo como sujeito histórico importante do período.”

Leia o artigo completo.

De volta!

logo_blog_badogue Após quase seis meses sem publicar, principalmente por problemas técnicos, retomamos a partir de hoje a regularidade do blog, mantendo sempre os mesmos objetivos.

Noticiar, analisar e apoiar as lutas populares em Feira de Santana, e também contribuir com temas relacionados a teoria e a memória das lutas e da resistência dos de baixo.

Um veículo humilde de comunicação, mas que pretende ser uma alternativa aos modos oligárquico, caudilho ou pequeno-burguês de produção de informação que imperam nas diversas formas de mídia (jornais, blogs, rádios, TV) da cidade-encruzilhada.

Por todos os meios necessários!


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